O crítico Paulo Santos Lima acha cedo para afirmar, antes de começar o Festival do Rio, que Síndrome e o Século pode ser o grande filme do evento.
Pode ser não é será.
E se essa obra única de Apichatpong não puder ser, em qualquer programação, então o que poderá? O que será? O que é?
E isso porque essa obra é única apesar das recorrências em relação aos filmes anteriores do diretor, única porque parece despida de codificações, única porque parece estar inventando outro cinema, sem levar em conta nada anterior, única porque insiste em ser um mistério.
Como já se disse, o fílmico começa onde terminam as palavras para se chegar a ele
Foi revisão. E um terceira se impõe logo
sábado, 15 de setembro de 2007
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